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Ambiente

23 de março

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Câmara Municipal de Aljustrel vai plantar mais de duas mil árvores em dois anos

Preservação da floresta

Ambiente

Nos próximos dois anos, a Câmara Municipal de Aljustrel vai plantar árvores no espaço urbano, fruto de uma candidatura, bem-sucedida, ao projeto “Floresta Comum” do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Quercus, ANMP– Associação Nacional de Municípios Portugueses e Universidade de Trás-os-Montes e Alto-Douro.

Em resultado desta candidatura, apresentada em setembro do ano passado, foram atribuídas 2326 árvores autóctones ao Município de Aljustrel.

 A plantação, que será concretizada através da comunidade escolar, serviços municipais, empresa mineira Almina-Minas do Alentejo, SA, voluntários e serviços externos contratados, teve início com o projeto “Rota da Floresta”, que se realizou ao longo desta semana, promovida pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

 Nestes últimos dias, mais de 300 crianças e alunos do concelho, participaram nesta iniciativa, durante a qual plantaram cerca de 600 árvores em vários pontos do concelho, numa parceria entre a Câmara Municipal de Aljustrel e o Agrupamento de Escolas de Aljustrel (Eco-Escolas), a GNR, os bombeiros, as juntas de freguesia do concelho, a Santa Casa da Misericórdia de Aljustrel (Jardim de Infância “A Borboleta”), a Engenho e Arte (CAPI), a Universidade Sénior de Aljustrel, a secção de BTT do Centro Republicano de Instrução e Recreio Aljustrelense (CRIRA) e ainda, com as empresas de Aljustrel, Orica Mining Services Portugal, SA,  Almina-Minas do Alentejo, SA  e EPDM – Empresa de Perfuração e Desenvolvimento Mineiro, S.A. 

As restantes árvores, nomeadamente alfarrobeiras, freixos, pinheiros, carvalho português, e muito outras mais, serão plantadas em todo o concelho, nos próximos dois anos, segundo um plano bem definido.

 O “Floresta Comum”, que tem como missão promover a produção, angariação e distribuição de árvores autóctones, constituiu uma Bolsa de Árvores, provenientes exclusivamente de sementes portuguesas, para disponibilizar a projetos que “demonstrem motivação, comprovem competências e possuam os meios necessários para proceder ao plantio e cuidado das florestas que tencionam plantar”.

O objetivo deste projeto é envolver a comunidade e potenciar a criação de estruturas de redes locais, bem como a criação de uma floresta com altos índices de biodiversidade e de produção de serviços ecológicos, a fim de recuperar a floresta autóctone portuguesa.